Slow Beauty
Como identificar se o produto é natural de verdade

Postado por Equipe Auá em 11/10/2018

As pessoas aumentaram a busca por informações e assim realizam cada vez mais compras conscientes buscando sempre o objetivo da beleza atrelada a saúde. A procura por cosméticos naturais e orgânicos vem crescendo como reflexo de uma cultura que surge a partir de mudanças nos hábitos de consumo.

 

– O que faz de um produto ser “natural de verdade”?

 

Os produtos naturais são aqueles cujos ingredientes utilizados em sua formulação são de origem vegetal ou mineral. Ao observar o rótulo dos produtos que consumimos é possível verificar os ingredientes existentes naquele produto, onde em geral, os ingredientes de origem vegetal estão descritos pelo nome científico da planta utilizada em forma de óleo, extrato etc. É possível verificar também no rótulo se o produto é orgânico, vegano e também 100% natural conforme as descrições abaixo:

Os cosméticos orgânicos são produtos que possuem em sua composição no mínimo 95% de matérias-primas orgânicas em relação à quantidade total de matérias-primas naturais utilizadas na formulação. O uso deste tipo produto reduz a exposição a agrotóxicos existentes em diversos ativos utilizados na composição e também são utilizados pouquíssimos ingredientes sintéticos.

Já o conceito de cosmético vegano não está diretamente relacionado ao fato da origem das matérias-primas serem natural ou orgânica, mas sim com o fato deste produto não possuir ingredientes de origem animal em sua composição, nem ser testado em animais. O veganismo é uma filosofia de vida que tem como objetivo abolir o uso e exploração de animais para qualquer atividade humana.

Os cosméticos naturais, de acordo com órgãos particulares como IBD e Ecocert, que inspecionam várias marcas de produtos orgânicos e naturais no Brasil e no exterior, determinam que para ser um produto natural o mesmo deve conter no mínimo 95% de ingredientes naturais e 5% de ingredientes orgânicos. Essas certificadoras, também determinam uma vasta lista de ingredientes proibidos, os quais as empresas não poderão usar na formulação dos produtos por serem perigosos para a saúde e para o meio ambiente.

 

O uso de cosméticos naturais reduz os riscos de processos alérgicos devido a mínima concentração ou inexistência de ativos sintéticos na formulação, assim como incentiva a produção de pequenos produtores e uso sustentável do bioma.

 

 

– Como podemos saber se o produto que eu uso está dentro dos padrões?

 

Muitas empresas utilizam o nome “contém produtos naturais” ou informa que o produto é 100% natural ou vegano sem que este apresente nenhum tipo de selo ou certificação, apenas a fim de criar um marketing onde um cliente desatento irá adquirir e utilizar o produto acreditando que o mesmo trata-se de um produto totalmente natural.

Observe com atenção os rótulos dos produtos que adquirir a fim de conferir se o mesmo possui as devidas certificações necessárias pelos órgãos competentes e se os ingredientes são realmente compostos por plantas, minerais e outros ativos naturais para que assim esteja adquirindo um produto realmente natural e que trará ótimos benefícios a sua pele e ao meio ambiente.

 

– Pequenos passos que as indústrias tradicionais podem dar para começar uma mudança

 

Hoje existem diversas opções no mercado para que indústrias tradicionais diminuam o uso de ativos sintéticos e passem a utilizar mais ativos de origem natural.  Acessa aqui e confira .

 

O uso de cosméticos naturais reduz os riscos de processos alérgicos devido a mínima concentração ou inexistência de ativos sintéticos na formulação, assim como incentiva a produção de pequenos produtores e uso sustentável do bioma. Vamos juntos ?

 

 

 

Referências

IBD. DIRETRIZES PARA A CERTIFICAÇÃO DE PRODUTOS DE SAÚDE E BELEZA ORGÂNICOS E NATURAIS E PARA INGREDIENTES ORGÂNICOS E NATURAIS. 5. ed. São Paulo: IBD Certificações, 2014. 33 p.

ABIHPEC. Panorama do Setor de HPPC 2016. Disponível em: <https://www.abihpec.org.br/novo/wp-content/uploads/2016-PANORAMA-DO-SETOR-PORT UGUÊS-14jun2016.pdf>. Acesso em: 23 jul. 2018.

 

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